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Susan Carty, manager IRB do rugby feminino visita a Argentina

Susan Carty visita UAR - Argentina - rugby

Adaptação por Teresa Raquel Bastos
Tradução por Rebeca Spago

Antes de ir ao Rio de Janeiro para o sul-americano de rugby, Susan Carty, manager IRB de desenvolvimento do rugby feminino, visitou a Argentina e foi ao escritório da UAR para reuniões sobre a modalidade e o crescimento no país hermano.

Carty é irlandesa e pratica o rugby desde pequena. Hoje tem a função de ajudar as uniões de Rugby no mundo a melhorar o desenvolvimento do rugby feminino com o objetivo de aumentar a quantidade de jogadoras que praticam, melhorar o nível de desempenho das equipes, assegurar o êxito dos eventos mundiais como a Copa do Mundo de Rugby Feminino e os Jogos Olímpicos.

Durante sua passagem por Buenos Aires, Carty se reuniu com membros da União Argentina de Rugby para tomar conhecimento de como é e como funciona o programa de desenvolvimento do rugby feminino no país.

Seleção Argentina de Rugby - Pumitas

Susan respondeu algumas perguntas durante a ocasião. Acompanhe!

Como você vê o trabalho da UAR no rugby feminino e a realidade da categoria no país?

Susan Carty – Acredito que a Argentina tem feito um grande progresso num tempo relativamente curto. Visitei a UAR a três anos, e o rugby feminino recém começava a tomar forma. Desde esse momento a União está plenamente comprometida com o rugby feminino. Hoje em dia, o rugby feminino se encontra no Departamento de Alto Rendimento com 25/30 jogadoras sobre este sistema, e também trabalham para seguir aumentando a quantidade de jogadoras que praticam esse esporte no país . A realidade é muito atrativa e estimulante: hoje se fala de como vão atrair as meninas mais jovens ao rugby, e isso é algo em que vamos ajuda-los, porque para ser competitivos a nível internacional no futuro, necessitam ter mais jovens jogadoras para progredirem a um nível maior.

Como se consegue isso?

Susan Carty – É um desafio, porque o rugby é esporte tradicionalmente de homens, mas essa é a realidade da maioria dos países pelo mundo. Isto ainda está começando. O que está fazendo a UAR é trabalhar em regiões do país e nos clubes, para conseguir que eles apoiem e colaborem com o rugby feminino, e isso é a chave para conseguir a mudança. Se os clubes recebem meninas e mulheres que queiram jogar rugby, será uma grande oportunidade de crescimento.

Como você vê a participação da Argentina em Houston?

Susan Carty – Foi sua primeira participação em um evento internacional de seven fora da região, em um torneio IRB, e se saíram bem, se acostumaram bem, e foi notável a adaptação ao ambiente que tiveram do primeiro, para o segundo dia. Mostraram que tem uma grande base sobre o que se pode construir, e confio que se tornarão uma equipe altamente competitiva.

Quanto vai ajudar a divulgação do rugby feminino na América so Sul os Jogos nas Olimpíadas de 2016?

Susan Carty – A presença do Rugby Seven nos próximos Jogos Olímpicos no Rio em 2016, será uma grande oportunidade para que o rugby feminino cresça a nível mundial. É muito empolgante, e isso segue sendo só o começo. Para o CONSUR em particular, será um evento muito significante e uma oportunidade única de viver algo histórico e novo no rugby. A oportunidade para a Argentina também é enorme. Creio que veremos muito crescimento nos próximos anos, enquanto se trabalha com foco no Rio 2016.

Fonte: site da UAR